A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) definiu um novo reajuste nos preços dos remédios vendidos em farmácias e drogarias. A partir desta segunda-feira (31), o aumento máximo permitido será de 5,06%. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).
As empresas que fabricam e vendem medicamentos, como farmacêuticas, distribuidoras e lojistas, podem definir os preços dos produtos, desde que respeitem o limite estabelecido.
O reajuste segue a Lei nº 10.742/2003, que regula o setor farmacêutico e permite ajustes anuais nos preços. O aumento permitido varia conforme a categoria do medicamento:
Nível 1: até 5,06%
Nível 2: até 3,83%
Nível 3: até 2,60%
O cálculo do reajuste leva em conta fatores como a produtividade da indústria, custos que não acompanham a inflação e a concorrência no mercado.
No ano passado, o aumento máximo permitido foi de 4,5%.
Segundo a Anvisa, esse controle busca evitar aumentos abusivos, garantir o acesso aos medicamentos e proteger o poder de compra da população.
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